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UFPB está entre as 15 instituições que mais tiveram projetos aprovados em chamada universal do CNPq

publicado: 19/11/2025 10h03, última modificação: 19/11/2025 10h07
Foram contemplados 51 pesquisadores da universidade

 UFPB está entre as 15 instituições que mais tiveram projetos aprovados em chamada universal do CNPq

Em um universo de 369 instituições concorrentes, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) está entre as 15 que mais tiveram projetos aprovados na última edição da chamada universal do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Dentre as 126 iniciativas coordenadas por pesquisadores vinculados à UFPB que foram submetidas, 51 foram aprovadas, as quais serão contempladas com um total de R$ 8,63 milhões. Com isso, a universidade teve 40,5% das submissões aceitas, bem mais do que a taxa média de aprovação de 24,2% da chamada.

As áreas com maior número de aprovados incluem Química, Engenharia de Materiais e Metalúrgica, Educação Física, Administração e Geociências. Mas também houve aprovações em campos como História, Artes, Engenharia Civil, Computação, Filosofia, Psicologia, Nutrição, Fonoaudiologia, Sociologia e Ciência Política. 

A Chamada Universal do CNPq recebe esse nome porque permite a participação de pesquisadores de todas as áreas acadêmicas, de todas as regiões do país e em diferentes estágios da carreira. A ação, que pode ter duração de até 36 meses, oferece bolsas de Iniciação Científica (IC), Iniciação Tecnológica Industrial (ITI) e Apoio Técnico (AT). 

O professor José Maria Barbosa Filho, do Departamento de Ciências Farmacêuticas da UFPB, foi um dos que tiveram a submissão aprovada, repetindo o que já virou uma tradição em sua carreira: desde a primeira edição da chamada universal, em 2001, ele tem as propostas aceitas, sendo essa a décima vez.  

“A proposta aprovada dessa vez é parecida com a dos anos anteriores. Estudamos as plantas da caatinga que são endêmicas, ou seja, só tem aqui em nossa região, e é fundamental um trabalho de pesquisa para conhecimento de suas propriedades químicas”, contou o cientista.

O resultado da chamada pode ser conferido aqui.

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Texto: Hugo Bispo
Imagens: Divulgação CNPq e arquivo pessoal de José Maria Barbosa Filho
Ascom/UFPB